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Jalapão: 10 lugares para conhecer

escrito por Kenia Miranda

No nosso primeiro artigo sobre o Jalapão, eu expliquei como chegar, quando ir e o melhor: como foi possível e maravilhoso ir até lá com o nosso bebê.

Sinceramente é um dos artigos que mais gostei de escrever, primeiramente por desmistificar sobre as verdades e mentiras de uma viagem ao Jalapão.

Então, hoje estou lhe entregando o segundo artigo que mais gostei de escrever. E depois das fotos maravilhosas e sem filtro nenhum, você entenderá os motivos deste lugar ser tão mágico e lindo.

Mas agora, peço que pare um momento na leitura e me diga: Quantas viagens você já deixou para trás apenas porque começou a pesquisar? Ou porque alguém lhe falou que não é possível ir até com crianças ou não vale a pena tanto esforço.

Estrada Jalapão

Enfim, se você ainda não leu o primeiro post Jalapão com bebê é possível e maravilhoso, lhe faço o convite para ler. Já que as informações sobre como chegar, onde ficar estão localizados nele.

E quem sabe após a leitura, você consiga remover a crença que só visitará o local A ou B, quando seus filhos crescerem ou quando você se aposentar.

Falo isso, pois a vida é hoje, ninguém sabe do amanhã e talvez o amanhã nem aconteça. Agora vamos mudar de assunto e trazer a consciência para o texto e para as maravilhas que tem esperam no paraíso chamado, Jalapão.

Origem do nome Jalapão

O nome da região vem da natureza, na verdade de uma planta chamada Jalapa, uma espécie de trepadeira, que dá uma flor que mais parece um buquê com várias flores pequenas, bem delicadas. Aliás essa planta tem propriedades medicinais.

Localização do Jalapão

Jalapão fica localizado no estado do Tocantins e não ache você que é uma região pequena, já que apenas conta com a quantia territorial aproximada do estado de Sergipe.

Além disso, é uma das regiões menos populosas do Brasil. Imagine que você percorrerá quilômetros e quilômetros sem cruzar com nenhuma pessoa no caminho, com nenhuma casa, com nenhum comércio.

Estrada do Jalapão

Os fervedouros mágicos do Jalapão

Obviamente se você resolveu ir até o Jalapão o motivo principal é conhecer os fervedouros.

Os fervedouro são nascentes de rios subterrâneos, que não conseguem dar vazão a água, daí vão para a superfície, formando piscinas naturais.

Até aí, normal, mas o legal do fervedouro se dá no seu fenômeno denominado, Ressurgência. Que nada mais é do que a pressão enorme com que a água sobe a superfície e isso não permite que a pessoa afunde.

Fervedouro Jalapão

Ou seja, mesmo que você não saiba nadar, você não conseguirá afundar. Alguns fervedouros essa pressão é mais forte, causando até uma sensação de choque, tamanha força.

Outra sensação bem legal é pisar mais para as bordas e sentir como se estivesse pisando numa areia movediça. Você pode estar pensando: Como assim, areia movediça não afunda?

Então, na verdade afunda, e se você ficar pararidinho na borda, vai sentir afundando, mas provavelmente você não ficará parado até morrer afogado. Basta então ficar pisando no “fundo” que está tudo bem.

Aí vem outro fato muito interessante: Os fervedouros são bem fundos, segundo os proprietários, alguns chegam até 70 metros de profundidade.

Segundo eles, existem medições com frequência, mas fiquei pensando, se a pressão é tão forte, como conseguem medir isso? Enfim, talvez descubra um dia como fazem.

Curiosidade!

Embora os guias e a maioria dos blogs digam que a vegetação ao redor do fervedouro é natural, em um dos fervedouros o dono me contou que os pés de bananeira são plantados, pois ajuda a manter as bordas do fervedouros sem erosão.

E que aquele fervedouro em específico demorou aproximadamente dois anos para ficar pronto para a visitação.

Fervedouro Bela Vista

Então existe uma mistura de vegetação ao redor dos fervedouros, muitos deles com os pés de Buritis, comuns na região, adicionado aos pés de banana, que dão um charme todo especial ao local.

A capacidade de visitação e utilização em cada fervedouro depende do seu tamanho. E o valor também varia, embora não seja nenhum rim que você deixará lá, para ficar ali se deliciando.

E se tiver tanta sorte como nós, poderá ficar muito tempo, já que nenhum visitante chegou na sequência.

Pronto, após as explicações acima, vamos aos mais belos fervedouros.

Observação: Em todos os fervedouros é necessário pagar um valor por pessoa (15 a 25 reais- valores cobrados em 2020). E isso lhe dá direito a aproveitar o fervedouro por 20 ou 30 minutos. Caso não chegue um novo visitante, poderá ficar mais tempo.

1. Fervedouro Buritis

Fervedouro Buritis- Jalapão

Embora este tenha sido o nosso primeiro fervedouro e filha do dono nos tenha tratado com extremo descaso, simplesmente amamos.

Sobre a filha do dono, prefiro pensar, que ela possa apenas estar cansada por ficar ali recebendo 20 reais por cada visitante que aparecesse.

Esse sem dúvida nenhuma, este fervedouro ocupou o primeiro lugar da minha lista. Acredito que isso pode ter acontecido, por ser o primeiro. Segunda razão, fomos um pouco antes da 5 horas da tarde e adivinhe a cor que refletia! Um azul de viver.

Fervedouro Buritis- Jalapão

Além disso ficamos ali até quando o sol começou a baixar e a mesma menina, agora simpática, nos disse que já era hora de irmos embora.

Sem falar da temperatura da água que não é fria, sinceramente é até morninha, o Tiago entrou e se divertiu.

2. Fervedouro do Ceiça

Fervedouro do Ceiça

Talvez seja o mais famoso de todos, até por ser um “artista” global, pois neste local gravaram as cenas de uma novela da rede Globo de televisão. Desculpe, não sei o nome da novela, pois não assisto novelas.

Este foi o primeiro fervedouro a abrir para a visitação. Ele é realmente lindo.

Fervedouro do Ceiça

A cor que você verá refletindo do fervedouro dependerá do horário que se vai, neste fomos perto do meio dia, e nos deliciarmos com essa água cristalina.

Assim, aproveitamos para “modelar” também, já que somos todos artistas, não da rede Globo de televisão. (risos)

3. Fervedouro Buritizinho

Esse com toda a certeza é o menor deles, não tem muita pressão, mas tem o seu charme, por ser pequenino, e com uma cor de encher os olhos e o coração.

Aqui é possível perceber como a cor depende da incidência de luz do sol sobre a água. Perceba que com o movimento da terra, o sol refletindo em outra incidência, você vê algo diferente.

Como diz nosso querido Lulu Santos: “Nada do que foi será, igual ao que a gente viu a um segundo. Tudo muda, o tempo todo no mundo.”

4. Fervedouro Macaúbas

Fervedouro Macaúbas

Esse é o mais novo fervedouro da região (2020) para visitação, mas saiba que isso pode mudar a qualquer momento, já que a região é cheia de fervedouros, muitas vezes ainda não descobertos pelos próprios proprietários.

Hoje existem descobertos e mapeados 20 fervedouros, embora apenas 8 estão abertos para a visitação.

Inegavelmente este fervedouro está no segundo lugar da minha lista, muito lindo e com a maior pressão entre todos eles.

Foi o que mais nos divertimos, a Sofia então, nem se fala, aproveitou muito. Como a pressão aqui é muito forte, você nem ao menos sente o seu pé tocar na areia.

Fervedouro Macaúbas- Jalapão

Vou tentar explicar, como falei são bem fundos esses fervedouros, mas dependendo da pressão que a água vai até a superfície, existe uma falsa sensação que os seus pés estão tocando o chão. E neste fervedouro, nem a falsa sensação você sente.

Então neste fervedouro, eles disponibilizam aqueles espaguetes usados nas piscinas para ajudar a boiar, não que você afundará, já que a pressão não deixa. Mas para que você fique um tempo maior no centro do fervedouro, aproveitando a sua “massagem” potência máxima.

Fervedouro Macaúbas- Jalapão

Este fervedouro foi a minha melhor experiência, pois foi muito legal ficar ali boiando, com ajuda do espaguete, “vendo” a areia como se fosse fundo, e ao descer o pé, não tocar em absolutamente nada. Como se fosse um piso fantasma.

Além disso, como é o mais novo dos fervedouros, o dono fez um deck bem charmoso, onde você pode aproveitar para fazer várias fotos lindas.

5. Fervedouro Bela Vista

Fervedouro Bela Vista - Jalapão

Certamente esse é o maior de todos, com a maior capacidade para receber visitantes em família, segundo o dono, permitido até 10 pessoas.

Eles também servem almoço, chegamos cedo e também aproveitamos bastante. Não tem como te falar o melhor horário, pois pode acontecer de ter que ficar ali apenas o tempo estabelecido por eles, pois novos visitantes chegaram.

Mas se você for um viajante como nós, que caminha com a maré da sorte ao lado, poderá usufruir ao máximo como aconteceu em quase todos os fervedouros que visitamos, ou seja, em nenhum fervedouro ficamos menos de uma hora.

6. Fervedouro Alecrim

Fervedouro Alecrin - Jalapão

Esse é o segundo maior fervedouro, sua pressão não é tão forte, mas isso também é bom, pois as crianças aproveitam mais.

Como disse as cores encontradas dependem muito de horário que se visita, aqui fomos no período da manhã.

Este fervedouro não é tão famoso, já que pertence a uma família mais simples que o vizinho Bela Vista, que faz inclusive parceria com os guias.

Fervedouro Alecrin - Jalapão

Mas como sempre pensamos no turismo sustentável, visitamos o que a região oferece, como forma de incentivar o turismo mais igualitário e colaborar para o crescimento de seus moradores.

Ainda pensando nisso, siga as regras impostas pelos proprietários dos fervedouros, com toda a certeza o meio ambiente também agradece: Não use protetor solar ou repelentes, ou ainda xampu e condicionador de cabelo.

Existem outros dois fervedouros na região, que são permitidos a visitação, o fervedouro rio do sono e o Encontro das Águas. Embora não tenhamos visitado, com certeza valerá a pena incluir no roteiro.

Dica ao seguidor do Agarre o Mundo

Como a capacidade dos fervedouros é pequena, tente fugir das agências com grupos grandes e principalmente dos feriados longos. Assim não terá que esperar na fila para dar o seu mergulho.

7. Cânion Sussuapara

Cânion Sussuapara

Após a primeira noite no Jalapão a caminho dos maravilhosos fervedouros, os guias param num cânion, que se paga uma taxa na entrada (20 reais /pessoa – 2020), daí se desce uma escadinha e chega num lugar bem lindinho de água bem gelada.

O lugar é lindo e talvez a parada valha a pena, muito mais para esticar as pernas, após ficar algum tempo dentro do carro e principalmente buscar energia para aguentar as tantas horas dentro do carro que você ficará até chegar a próxima parada em Mateiros.

Cânion Sussuapara - Jalapão

Ou seja, é lindo, mas não o suficiente para te fazer ficar ali por muito tempo, nem tirar a roupa para tomar uma ducha, já que além da água ser gelada, dentro do Cânion faz até um pouco de frio, pois o sol não chega até lá em baixo.

8. Pedra furada – Jalapão

Pedra furada- Jalapão

Quem já leu alguns dos textos por aqui, sabe o quanto somos sortudos. Após o cânion, a próxima parada seria a Cachoeira da Velha.

Entretanto, decidi um pouco antes da encruzilhada a seguir para Mateiros e não seguir até a cachoeira, pois estava achando que iríamos da diversão ao sofrimento, principalmente pelas crianças.

Meus filhos são excelentes companheiros de viagem, mas não queríamos levá-los a um cansaço desnecessário.

Então o universo foi nos guiando… optamos então ir até Mateiros, almoçamos e seguimos ao nosso primeiro fervedouro (Buritis), que foi como um prêmio pela estrada percorrida.

No retorno para a pousada, o guia muito experiente falou, vamos passar pela Pedra Furada.

E mesmo não tendo planejado, conseguimos ver exatamente o pôr do sol deste lugar tão mágico.

Pedra Furada - Jalapão

Legal conhecer estes lugares e segundo as formações rochosas, saber que ali a milhares de anos atrás foi mar.

Isso me fez lembrar da música: “Dá no coração, o medo que algum dia, o mar também vire sertão.”

9. Cachoeira da Formiga – Jalapão

Cachoeira da Formiga - Jalapão

Provavelmente você já tenha ouvido falar que o Tocantins faz bastante calor, e que basta alguns segundos fora do carro, que você desejará imensamente uma água bem gelada para se refrescar, ou voltar correndo para o ar condicionado.

Acredite é exatamente isso que acontece. Faz muito, muito calor mesmo. Então fomos visitar a cachoeira da formiga, e como desejamos urgentemente nos refrescar, nem reclamamos na água que mais parecia ter saído da geladeira.

Cachoeira da Formiga - Jalapão

Claro que o Tiago preferiu buscar uma sombra e o papai o acompanhou, pois, água fria para eles, apenas se for para beber. Mas não resistiu e molhou ao menos os pezinhos.

Cachoeira da Formiga - Jalapão

É incrível a transparência desta água. Vale muito a pena conhecer. Aqui também se paga, para aproveitar a água fresquinha.

Cachoeira da Formiga - Jalapão

10. Lagoa do Japonês – Pindorama

Embora essa lagoa não fique localizada no parque nacional do Jalapão, recomendo fortemente incluí-la seu trajeto. Já que é tão linda e tão azul. Desculpe, mas sou “A” louca do azul, seja no céu, seja no mar, seja num lago ou num rio.

A lagoa do japonês é tão linda e tão azul que a vontade é de ficar ali até não aguentar mais olhar para aquele azul e aquela água transparente.

Lagoa do Japonês

Esta lagoa fica próxima a Pindorama, então como para chegar ao Jalapão, você deve partir de Palmas, recomendo fortemente que coloque no seu roteiro, se precisar de ajuda, já sabe que podemos organizar tudo para você.

Ainda bem que o Tocantins é um lugar que faz muito calor, pois a água desta lagoa não é quente, nem morna. Na verdade a água é bem geladinha, mas nada que o corpo não acostume e que não aproveite.

Esta lagoa fica num terreno privado, assim, você paga para entrar, tem um “restaurante”, na verdade uma cozinha, onde fazem uma comidinha gostosa e bem temperada.

E para os amantes da comidinha da roça, como galinha caipira, com certeza vai se deliciar. Assim que você chega, já fala ao funcionário se vai ou não almoçar por ali, para que eles organizem a quantia certa de refeição, já que é self-service.

Não existe outro local por ali que sirva refeições, então se deseja aproveitar a lagoa ao máximo, fique logo por ali e já almoce. Mas lembre-se, não é um restaurante 5 estrelas e você estará no meio do mato, não pode dar tanta bobeira, pois as moscas podem se apropriar da sua comida.

Mordidas dos peixinhos

Assim que entrei na lagoa, percebi como funcionava aqueles procedimentos que muitas pessoas fazem na China, onde colocam os pés dentro de um tanque com vários peixinhos que te mordem e removem a camada morta da pele.

Lagoa do Japonês

No início é divertido, depois ficou um pouco chato ter que se mexer o tempo todo, para não sentir as mordidas dos benditos peixinhos. Não que isso cause uma dor extrema, mas incomoda um pouquinho.

Atenção!

Que a lagoa é linda não resta dúvidas, mas cuidado, por que no fundo dela, principalmente próximo a gruta, as pedras são como navalhas.

Lagoa do Japonês

Eu tenho certeza que você não desejará sair dali correndo em busca de um hospital que aliás está a quilômetros de distância.

Então, caso tenha em casa aquelas sapatinhas de borracha, leve, caso não tenha, pode alugar uma no local, embora talvez não encontre o seu número ou não tenha mais, devido ao número de visitantes no local.

Outra dica: Não invente de subir na pedra da gruta e fazer graça pulando, seja de pé ou seja de cabeça na água, você pode mesmo se machucar ali.

Como chegar a gruta, que é a parte linda da lagoa?

Você pode entrar na lagoa e ir nadando até a gruta, com uma parte mais funda e outra mais rasa. Também alugam coletes salva vidas, que facilita a vida.

Como nós fizemos para ir até lá com o Tiago? Íamos nadando com ele também de colete, mas ele não curtiu muito a água fria.

Lagoa do Japonês

Então fui nadando com a Sofia, vi a beleza do lugar, voltei para buscá-los, pois não deixaria de levá-los para ver o azul que eu tinha acabado de ver.

Quando estava lá, vi umas pessoas com uma canoa, perguntei sobre a mesma. E o guia que estava com a família falou, meio que te forma arrogante: Essa canoa é só para quem vem com guia.

Eu também estava com guia, mas conversei com a pessoa responsável pela canoa e na verdade não tinha nada de uso exclusivo para guia.

Aguardei estava pacientemente, eles voltarem. Entretanto eles não voltavam nunca mais, então fui com o guia até a gruta, passando por um lugar que aliás, me falaram que até poderia ir com meu filho, sem ser por dentro d’água.

Então atenção aqui, o que é simples para um local nem sempre será seguro para você, posso lhe garantir que não conseguiria ir com meu filho até a gruta passando deitada por pequenos buracos entre as pedras escorregadias.

Enfim, cheguei até lá com a simpatia que aquele guia não tinha e pedi, gentilmente, pois o dono já havia autorizado.

Aliás a canoa estava furada, então entrava água, nada que nos fosse afundar, mais entrava. (risos) E fui agora como canoeira buscar filho e marido.

O que resta das viagens, senão as melhores histórias?

Momento reflexão

Que o Brasil é lindo, não temos dúvida. Entretanto, muitas vezes desistimos de conhecer um local pela dificuldade que encontramos ao ler sobre ele.

Claro que existem vários tipos de viajantes, e não vamos indicar a uma pessoa que adora compras e destinos populares, fazer trilhas no meio do mato.

Mas tenho uma linha de pensamento diferente, pois acredito que só podemos dizer, gostei de conhecer a cidade A ou o local B, se o conhecemos.

Além disso, a vida é só uma e passa numa velocidade bem alta e talvez quando você decidir, quero ir agora, não tenha mais o tempo e a força necessária.

Então, faça o que você ama hoje, não deixe para amanhã, se você deseja que seja conhecer o Mickey, quer seja mergulhar nas Maldivas, saiba que não existe viagem impossível, existe sim, viagem mal planejada.

Escuto muitas pessoas dizerem, eu gostaria de conhecer o Jalapão, mas não tenho o carro certo, dizem que é difícil chegar. Enfim, eu sou prova viva de que você pode percorrer a pior estrada e fazer dela uma diversão.

Ou pode percorrer um tapete vermelho e reclamar, pois ele deveria, na sua percepção, ser branco e não vermelho. Então, trace o seu destino e o percorra feliz e de maneira leve, pois ele é o seu caminho.

E assim terminamos o post do maravilhoso Jalapão


Me conte se já conheceu o Jalapão. Ou se tem vontade conhecer e além disso, me conte porque ainda não o conheceu.

Aliás, se tiver dicas para compartilhar conosco e com outros leitores, agradecemos. Ah, sugestões e críticas também são bem-vindas!

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Beijinhos!



Kenia Miranda

Brasiliense, sempre disposta a aprender e descobrir o novo, com um apreço enorme por novas culturas e costumes. Apesar de ser formada em Odontologia, está sempre buscando novos caminhos e novos aprendizados. Uma das suas frases preferidas: "Minha alma é muito livre para ficar presa seja lá no que for."

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2 comentários em “Jalapão: 10 lugares para conhecer

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